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Centelhas de Luz - Destaque pra vocês!

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domingo, 28 de setembro de 2014

Porquinho deficiente volta a andar

Animal seria sacrificado devido a um problema físico, mas acabou sendo doado como pet a um orfanato depois da milagrosa recuperação


A mãe do filhote foi fundamental para a sua recuperação
A mãe do filhote foi fundamental para a sua recuperação
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

A história desse porquinho poderia ser tema de um filme de superação. O animal nasceu com uma deficiência nas patas traseiras que o impedia de andar e acabaria sendo sacrificado em breve. Na fazenda onde nasceu, no Colorado, Estados Unidos, Amanda Kopp, dona do animal, decidiu poupar a vida do bichinho na última hora, e poucas semanas mais tarde, o suíno passou a andar.

Toda a recuperação do pequeno foi acompanhada por sua dona, que em entrevista ao jornal britânico Daily Mail contou que a mãe do porquinho recusava-se a deixá-lo desistir e o incentivava a levantar, erguendo-o com o focinho. Não satisfeita, a mamãe coruja encorajava seu filhote a andar mesmo quando ele desistia, usando a boca para colocá-lo em pé. “Era emocionante ver o empenho do porquinho que até se cansava de tanto tentar”.

Amanda contou à publicação que a mãe do animal parecia consciente da situação do pequeno e grunhia como se dissesse “Vamos, levante, eu sei que você pode conseguir”. Para a alegria de sua dona, milagrosamente, o pequeno finalmente deu seus primeiros passos. E com o objetivo de servir de exemplo de superação para crianças carentes, o porquinho foi doado a um orfanato na Suazilândia, na África, onde será o mais novo bichinho de estimação de crianças que passaram por problemas e abusos.

Fonte: PetMag

O porco passado a limpo

A humanidade adora bacon e lingüiça, mas deposita tudo o que é de ruim e nojento na reputação dos suínos. Será que esses espertos animais merecem ser tratados tão mal?


por Marcos Nogueira
  
Sujo, imundo, grosseiro, torpe, imoral, obsceno, malfeito. Eis alguns dos sentidos que os principais dicionários atribuem à palavra “porco”. Então a humanidade odeia porcos? Nem tanto. Especialmente se falarmos de lingüiças, salames, presuntos e afins – neste ano, os rebanhos suínos do mundo inteiro devem ser transformados em 103,6 milhões de toneladas da carne favorita do planeta.

Enquanto isso, a imagem do animal vivo patina para sair da lama. Babe, o leitão-prodígio do cinema, ganhou a simpatia da audiência, mas ter um porco de estimação ainda é coisa para gente muito excêntrica – inclua nessa lista o superastro George Clooney. No meio acadêmico, os estudos concentram esforços na melhoria da produção de carne. O naturalista Lyall Watson, que passou a infância na companhia do javali-africano Hoover, é uma exceção: admirador sincero dos suínos, dedicou a eles o livro The Whole Hog – Exploring the Extraordinary Potential of Pigs (em tradução livre, “De Cabo a Rabo – Explorando o Potencial Extraordinário dos Porcos”, inédito no Brasil).

Na opinião do sul-africano Watson, o porco é tão vilipendiado quanto incompreendido. “A triste verdade é que sabemos muito pouco sobre porcos; e pouco do que pensamos que sabemos é verdadeiro.” A lama dos chiqueiros esconderia um animal dotado de inteligência notável – comparável à dos golfinhos, elefantes e grandes primatas. Anos-luz à frente de cabras, vacas e ovelhas. Um degrau acima dos cachorros.

Por falar nisso, Watson sustenta que caninos e suínos foram domesticados mais ou menos à mesma época, entre 12 mil e 10 mil anos atrás. Se o porco não é o melhor amigo do homem, pelo menos é um dos mais antigos. Mas que raio de amizade é essa, em que um dos camaradas quase sempre acaba na panela? Em primeiro lugar, há evidências arqueológicas de que o homem primitivo usava cães como alimento – e só parou ao descobrir que o porco é mais saboroso. Segundo, a associação com os humanos foi lucrativa para a espécie. A dinâmica da evolução não dá a mínima para o indivíduo: graças ao sacrifício de seus semelhantes, os porcos se espalharam por todos os continentes e hoje somam 1 bilhão no mundo inteiro.




A sociedade suína


Em The Whole Hog, Lyall Watson propõe uma definição bastante ampla de porco. Ela inclui os porcos domésticos, suínos selvagens como o javali e até mesmo a queixada e o cateto, animais das Américas que têm cara e focinho de porco, mas apresentam peculiaridades anatômicas que os colocam em outra família, os taiassuídeos. Em comum, todas essas espécies desenvolveram estruturas sociais complexas e sistemas de comunicação engenhosos.

O porco carrega a fama de ser sujo e fedorento. Não é bem assim. “Eles usam a lama para reduzir a temperatura corporal”, diz a engenheira agrônoma Jacinta Ferrugem Gomes, da USP, especialista em suínos. Descendente do javali eurásico, o porco doméstico se sente à vontade em temperaturas entre 16 e 20 graus Celsius. Acima dos 25 graus, o calor fica insuportável para o bicho, que, para piorar, não tem glândulas de suor. Nessa situação, qualquer um mergulharia de trampolim numa piscina de lama – embora os suínos dêem preferência a tocas cavadas no solo quando estão em condições selvagens.
Até para usar o banheiro o porco tem suas inibições. “Eles defecam somente em alguns lugares,  estabelecem ‘latrinas’ em pontos consensuais, mesmo em ambientes severamente limitados”, diz Lyall. Isso pode ser verificado em criações comerciais. “Construímos as baias respeitando o comportamento do animal: o comedouro fica sempre do lado oposto ao do local de defecar e urinar”, afirma Jacinta. Se alguns chiqueiros são imundos, é porque os homens os mantêm assim.

E os cheiros? Eles são essenciais na comunicação entre os suínos, que os produzem aos montes. Cada animal possui, espalhadas pelo corpo, nove glândulas que secretam substâncias odoríferas fundamentais para a coesão do grupo. “Membros do mesmo bando, que compartilham muitos dos mesmos genes, acabam por ter um tipo de ‘odor de colméia’, algo que permite a membros de uma vara reconhecer uns aos outros em um nível inconsciente”, afirma Watson. São códigos que nós não temos a capacidade de decifrar – talvez porcos achem repulsivo o aroma do Chanel n° 5.

Uma vara de porcos -– domésticos ou selvagens – deixa suas marcas cheirosas por onde quer que passe. Além do mais, suínos não são particularmente silenciosos. Tudo isso, em tese, ajuda os predadores, pois faz da localização dos animais uma tarefa fácil. Mas o benefício de manter o grupo unido acaba por ser maior que o custo. Estar no meio da multidão sempre aumenta as chances de sobrevivência. Há também aqueles que contra-atacam, como as queixadas da América do Sul. Essas criaturas vivem em bandos de até 200 indivíduos equipados com dentes fortes o bastante para quebrar castanhas-do-pará. Quando acuadas por jaguatiricas, onças ou humanos, as queixadas põem-se em formação circular e fazem um “arrastão” contra o predador -– que pode se dar muito mal caso não consiga fugir.

Porcos domésticos não costumam ser tão agressivos, mas têm lá seus rompantes de delinqüência. Como conseguem delimitar um círculo social de até 30 animais, entram em parafuso em grupos grandes demais. “Eles começam a formar subgrupos e adotar um comportamento de gangues, em que um bando hostiliza o outro”, diz Jacinta. A hierarquia da sociedade suína é linear: há um indivíduo dominante, um segundo mais poderoso e assim até chegar àquele que não apita nada. No topo da sociedade, alguns machos constituem haréns com dez “esposas”, em média. Os outros aguardam a vez de desafiar os machões do pedaço e conquistar seu próprio mulherio. Ou não: “Machos subjugados por todos os outros podem passar a agir como fêmeas”, diz Jacinta. “Mas o homossexualismo é mais comum em fêmeas com tendência dominante.”


Javalins no quintal


O homem pré-histórico não domesticou porcos, mas javalis. Os dois animais pertencem à mesma espécie, a Sus scrofa (o porco caseiro é a subespécie Sus scrofa domesticus) e podem cruzar entre si. Todos os porcos são descendentes de javalis eurásicos e guardam sua herança genética. De acordo com Lyall, a transformação se deveu a dois fatores. Um deles foi a seleção feita por criadores, que priorizavam animais com características como orelhas caídas (geralmente mais dóceis – os ferozes javalis têm orelhas em pé) e facilidade de ganhar peso. O outro fator teria sido a adaptação do próprio javali ao confinamento: com comida abundante, não há por que brigar por alimentos – assim foram diminuindo tanto os dentes quanto o instinto de usá-los contra alguém. No mais, a cabeça encolheu, as pernas ficaram mais curtas e a pelagem praticamente sumiu.

Acontece que, se você deixar porcos abandonados à própria sorte, eles começam a se comportar como seus ancestrais – e a parecer com eles. “Em algum lugar de seus genes, eles guardam as instruções básicas necessárias para se tornarem novamente animais selvagens e livres, com pêlos eriçados e um comportamento muito mau”, afirma Lyall. Quanto demora a metamorfose? Uma geração é o suficiente: leitões subnutridos tendem a desenvolver cabeças maiores que as de seus pais.

O que chamou os javalis para perto dos humanos foi a nossa comida. E também a bebida. Em alguns sítios arqueológicos da Idade da Pedra foram encontradas pedras aparentemente usadas para moer grãos, mas nada parecido com um forno. Supõe-se, então, que nossos antepassados descobriram o prazer da cerveja antes mesmo de aprender a fazer pão. “Os subprodutos da fabricação de cerveja devem ter sido muito atraentes para os porcos, é algo que eles podem farejar a quilômetros de distância”, diz Lyall. É possível que, àquela altura, o homem primitivo já tivesse duas boas desculpas para largar mão da vida de nômade: cerveja e um companheiro de copo – o porco, já que cães não têm o mínimo interesse por produtos fermentados.

As criações de suínos passaram a fazer parte da paisagem dos assentamentos humanos, da China à Mesopotâmia e à Grécia. Em algumas civilizações, eram considerados divindades. Em outras, porém, foram rotulados como impuros. Esses tabus contra os porcos persistem até hoje entre judeus e muçulmanos. Para Lyall, o fato de essas religiões terem sido forjadas no Oriente Médio tem tudo a ver com a rejeição aos suínos. Porcos comem basicamente os mesmos alimentos que nós – e não grama, como fazem cabras e ovelhas. Em áreas desérticas, seria economicamente inviável manter animais que disputam com o homem a pouca comida disponível, com o agravante de que porcas não produzem mais leite do que o suficiente para amamentar seus filhotes. Além disso, os primeiros judeus e muçulmanos eram tribos de pastores em um mundo onde era essencial manter a identidade de grupo – assim, a abstenção de carne suína também funcionava como um modo de diferenciar esses povos dos agricultores comedores de porco.

Em ambientes menos hostis, porcos garantiam a subsistência dos menos afortunados. Na Europa medieval, eles eram a única fonte de carne vermelha ao alcance de um homem pobre – a banha também tinha seu valor num tempo em que óleos vegetais eram uma coisa bastante rara. Esses animais eram criados nos quintais das casas, sendo alimentados com restos de comida e excrementos humanos. A figura do porco caseiro resistiu até meados do século 20, mas só nas áreas rurais. Nas cidades grandes, eles desapareceram um século antes, mas não sem a resistência da população. “Porcos foram encontrados até mesmo dentro das casas, sob as camas”, escreveu o filósofo alemão Friedrich Engels sobre Londres em 1845, quando as autoridades locais decidiram que, pelo bem da atmosfera britânica, moradias humanas não deveriam ser também chiqueiros. Os animais eram atirados às ruas. Para imaginar como a cidade ficou após a “dessuinização” dos lares, pense numa horda de porcos famintos revirando o lixo em frente ao Big Ben.

O continente americano conheceu seus primeiros suínos verdadeiros na segunda expedição de Cristóvão Colombo às “Índias Ocidentais”, em 1493. Outros navegadores também desembarcavam por aqui os porcos que sobreviviam ao cozinheiro do navio. Esses animais curiosos não demoraram a se embrenhar nas matas e regredir ao estado selvagem. O resultado é que hoje, além dos taiassuídeos como o cateto e a queixada, as Américas abrigam suas próprias variedades de porcos-do-mato.

Foi graças ao Novo Mundo que a criação de suínos sofreu uma revolução: a descoberta do milho americano como ração permitiu a manutenção de rebanhos de tamanhos antes impensáveis. Os colonos do Meio-Oeste dos Estados Unidos perceberam que seus animais amaram a nova dieta, que tinha a vantagem de engordar os porcos como nenhum outro alimento. O Corn Belt, cinturão de milharais que ocupa uma imensidão no coração da América do Norte, só existe porque os americanos adoram bacon no café da manhã – e um pouco de sucrilhos.


Um animal especial


“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco.” Porcos foram os animais escolhidos pelo escritor inglês George Orwell para tomar o poder na fazenda do livro A Revolução dos Bichos, de 1946. Napoleão e Bola de Neve, a dupla suína de tiranos, era claramente inspirada nos líderes da Revolução Soviética – mas, na visão do naturalista Lyall, a opção de Orwell por esse animal não ocorreu ao acaso. Para ele, porcos são realmente mais iguais que os outros bichos.

“Sob o zoomorfismo da história que sustenta sua proposta ideológica, Orwell exibe um conhecimento preciso do design biológico”, diz Watson. De fato, entre os animais de uma fazenda, suínos seriam mais elegíveis ao posto de líder que, digamos, ovelhas ou galinhas. Mas, para azar deles, sua esperteza é um tanto difícil de ser exibida.

O porco leva uma enorme desvantagem em relação ao gorila e ao chimpanzé, animais mais comumente associados à noção de inteligência: não possui patas capazes de manipular objetos ou criar instrumentos. Para explorar o mundo, ele se vale de seu focinho, que está longe de ter o tamanho e a diversidade de movimentos da tromba do elefante. Suínos também carecem da agilidade e da rica expressão corporal do golfinho. Porcos são animais presos a um corpo muito pouco especializado.

Por isso, precisam se adaptar para aproveitar ao máximo o ambiente. A chave da inteligência suína, segundo Watson, é o hábito de comer de tudo. “Onívoros nunca param de investigar e estão sempre à procura de qualquer coisa que possa lhes trazer alguma vantagem.” Essa curiosidade requer uma memória espacial desenvolvida: porcos são aparelhados não só para localizar fontes de alimentos, mas também para achá-las novamente depois de longos intervalos.

Porcos brincam entre si, mesmo quando adultos. “Alguns animais, nos momentos de tédio aparente, começam a correr atrás dos outros, simulando brigas”, afirma a bióloga Cibele Biondo, da USP, que estuda o comportamento dos catetos. A engenheira agrônoma Jacinta, que trabalha com porcos domésticos, também observa esse comportamento: “Eles ‘jogam bola’ e são capazes de usar um pneu pendurado no teto como balanço”. Para Lyall, as brincadeiras são pré-requisitos para aquisição de uma série de habilidades sociais. “Brincar parece ser uma atividade necessária para o cérebro saudável – tanto de porcos quanto de humanos”, diz.

E às vezes o cérebro do porco pode nos dar rasteiras. Em 1914, o psicólogo Robert Yerkes, da Universidade Yale (em Connecticut, Estados Unidos), submeteu diversos animais – incluindo porcos e humanos – a um teste de memorização de padrões em que uma recompensa era escondida em diferentes compartimentos a cada vez. Os suínos foram excepcionalmente bem na prova, matando a charada mais rapidamente que muitos dos voluntários humanos.

Não, porcos não são mais inteligentes que nós. Mas um olhar atento pode revelar similaridades assombrosas entre as duas espécies. “Se queres conhecer teu corpo, mata um porco”, diz um provérbio português. As semelhanças anatômicas estão no trato digestivo, nos dentes, no fígado, no coração. Porcos também são suscetíveis a algumas das mesmas doenças que acometem os humanos – como câncer, reumatismo e artrite –, além de responder da mesma forma a muitos medicamentos. Por isso, eles se destacam entre as cobaias nas pesquisas médicas de transplantes ou de novas drogas.

A humanidade encara o porco como um bicho que está aí para nos servir. Milhões deles são sacrificados o tempo todo, seja para nos prover alimento, seja para salvar as vidas de nossos doentes. É perturbador perceber que esse animal tem muitas coisas em comum conosco – e enxergar que já houve vida inteligente nos pertences de uma feijoada.


O incrível universo suíno


O que Tio Sam, WallStreet e a bomba atômica têmem comum? Porcos!

FARO PRECIOSO

Porcos – porcas, aliás – são exímios localizadores de trufas, fungos subterrâneos cujo quilo chega a 2 200 dólares no mercado de comidas finas. Essas criaturas desenvolveram uma curiosa associação com os suínos: produzem uma substância idêntica à que os porcos machos exalam na época do acasalamento. Quando uma fêmea no cio passa sobre a trufa, pensa que há um parceiro sexual sob a terra e põe-se a cavar. O fungo é desenterrado e dispersa seus esporos antes de acabar na cozinha de um restaurante estrelado

SOPROU E COMEU

Nas primeiras versões da fábula Os Três Porquinhos, Heitor e Cícero são devorados pelo Lobo Mau. O refúgio na casa de tijolos do porco Prático só surgiu mais tarde, por revisionistas que achavam a história violenta demais para crianças

ECONOMIA SUÍNA

A invenção do cofre em forma de porquinho é atribuída ao engenheiro Sebastian la Pestre, que viveu na França do século 17. Ele calculou que, em dez anos, um porco pode produzir 6 milhões de descendentes – e decidiu que não havia modelo melhor para ensinar uma criança a juntar dinheiro

O FUGITIVO

Em 2002, um porco de 115 quilos fugiu do “corredor da morte” ao escalar e pular do muro de 1,80 metro que cercava um abatedouro na Escócia. A polícia local o capturou em uma floresta após dois dias de perseguição. O animal foi adotado por um fazendeiro, teve a vida poupada e recebeu o apelido de McQueen, homenagem ao ator Steve McQueen, astro do filme de prisão A Grande Fuga

PORCA NUCLEAR

Outro fugitivo famoso foi uma leitoa chamada Pig 311. Ela saltou de um navio no mar próximo às ilhas Marshall, no oceano Pacífico, nadou vários quilômetros até a praia e passou o resto da vida no zôo de Washington, Estados Unidos. Tornou-se um animal de 272 quilos, normal em tudo, exceto por um detalhe: era estéril. Especula-se que isso se deva ao fato de ela ter feito uma escala no atol de Bikini no exato momento em que os americanos testavam uma bomba nuclear

BOLSA DE LEITÕES

Wall Street (“rua do Muro”), centro financeiro de Nova York, deve seu nome a uma paliçada que separava as fazendas de porcos do centro urbano da ilha de Manhattan no século 17

SAM, O PORQUEIRO

O personagem Tio Sam, símbolo dos Estados Unidos, foi inspirado no empresário Sam Wilson, que enviava carne de porco salgada às tropas americanas na guerra de 1812 contra a Inglaterra. Cartunistas da época o desenhavam de cartola em um cartaz que dizia “Tio Sam está alimentando o exército”


O porco em números


A matemática suínana história, na geografiae até na astronomia

• Uma corda feita com todas as lingüiças e salsichas produzidas no planeta em um ano seria longa o suficiente para ir 3 vezes da Terra à Lua e voltar
• No Brasil, há um porco para cada 5 habitantes
• 1 bilhão é a população global de suínos
• A Dinamarca é campeã mundial em consumo de carne suína: cada cidadão consome em média 77 quilos por ano
• 48 leitões diferentes foram usados para “interpretar” o papel principal do filme Babe, o Porquinho Atrapalhado
• Em Londres, no século 19, havia 5 porcos para cada habitante
• 20 mil dólares é o preço que um porco de estimação da raça potbelly pode custar
• Morto e desmembrado, um porco se divide em: 18% de pernil, 16% de toucinho, 15% de lombo, 12% de copa-lombo, 10% de banha, 3% de costelinhas e 26% de outros cortes

Fonte: Superinteressante

Porcos são tão inteligentes quanto cães, dizem cientistas



Porcos são tão inteligentes quanto os cachorros, dizem os cientistas. Porque então comemos um e não o outro?
Porcos são tão inteligentes e sociáveis ​​como os cães, dizem os cientistas. No entanto, uma espécie recebe afeição e carinho enquanto a outra encara o caminho para o abate, para se tornar bacon, presunto e costelas suínas.

Buscando tirar proveito sobre essa disparidade, os defensores dos direitos animais estão lançando uma campanha chamada “The Someone Project” que tem como objetivo destacar a pesquisa retratando os porcos, galinhas, vacas e outros animais como mais inteligentes e emocionalmente complexos do que geralmente se acredita. A esperança é que mais pessoas possam ver esses animais com a mesma empatia que vêem cães, gatos, elefantes, macacos e golfinhos.

"Quando você perguntar às pessoas por que elas comem galinhas e não gatos, a única coisa que eles podem argumentar é que acham que os cães e gatos são cognitivamente mais sofisticados do que as espécies que comemos - e nós sabemos que isso não é verdade", disse Bruce Friedrich da Farm Sanctuary, organização de proteção dos animais e em defesa dos veganos, que está a coordenando o novo projeto. 

Vegetarianismo genético: Genes podem explicar por que algumas pessoas não gostam de carne de porco

"O que isso se resume é que as pessoas não conhecem os animais da maneira que conhecem os cães ou gatos", disse Friedrich. "Nós somos uma nação de amantes dos animais, e os animais que encontramos são, com mais frequência, os animais que pagamos para outras pessoas matarem, para que possamos comê-los”

Lori Marino, cientista-chefe do projeto e professor de psicologia na Universidade de Emory, já fez várias pesquisas sobre a inteligência de baleias, golfinhos e primatas . Ela pretende rever a literatura científica existente sobre a inteligência dos animais, identificar áreas que justifiquem uma nova pesquisa e preparar relatórios sobre suas descobertas, que serão distribuídos em todo o mundo por meio das mídias sociais, vídeos e palestras em conferências científicas.

"Eu quero ter certeza de que tudo isso é levado a sério", diz Lori. "A questão não é a classificação desses animais, mas sim a reeducação das pessoas sobre quem eles são. Eles são animais muito sofisticados".

Para Lori e Friedrich, ambos veganos, o projeto tem dois objetivos: construir apoio público mais amplo para o tratamento humanizado aos animais de fazenda e aumentar o número de americanos que optam por não comer carne.

"Este projeto não é uma forma bruta de transformar pessoas em veganas do dia para a noite, mas sim de dar a eles uma nova perspectiva, e talvez fazê-las sentir um pouco desconfortáveis [em comer carne]", diz Lori.

"Talvez as pessoas poderiam pensar: 'Humm, eu não sabia que vacas e porcos podem reconhecer uns aos outros e ter amigos especiais'", disse ela. "Isso pode fazê-las sofrer um pouco, mas tudo bem". 

Tecnologia: Cientistas criam sistema para ler as emoções dos animais

As principais associações que representam os produtores de frango e carne de porco dizem que os agricultores que eles representam tomaram atitudes para minimizar o tratamento cruel de animais de fazenda.

"Enquanto os animais criados para alimentação têm um certo grau de inteligência, Farm Sanctuary está tentando humanizá-los para divulgar a agenda vegana – e acabar com o consumo de carne", disse David Warner, do Conselho Nacional de Produtores de Carne de Porco. "Os veganos têm o direito de expressar sua opinião – e nós respeitamos esse direito – eles, porém, não devem forçar o estilo de vida deles em outras pessoas".

Gwen Venable, da Associação de Aves e Ovos dos Estados Unidos disse que aves fornecem uma valiosa fonte acessível de proteína.

"Os consumidores devem poder escolher sua comida com base nas suas próprias preferências alimentares e necessidades nutricionais, sem ser indevidamente influenciados pela campanha de qualquer grupo", ela escreveu em um e-mail. "Nós não sentimos que a campanha da Farm Sanctuary é razoável, porque o objetivo final da campanha seria erradicar as aves e suínos das dietas dos consumidores."

Thomas Super do Conselho Nacional de frango disse que os esforços para vincular animais de fazenda com animais domésticos foi parte de uma estratégia para criar uma "sociedade livre de carne." Ele também afirmou que os agricultores e as empresas envolvidas na criação de galinhas têm interesse em assegurar que eles são saudáveis ​​e bem tratados.

Enquanto o “The Someone Project” vai abranger várias espécies de animais de fazenda, os porcos tendem a ser um dos temas principais, dada a amplitude dos estudos anteriores que dizem respeito à inteligência e comportamento deles. Alguns pesquisadores dizem que as habilidades cognitivas dos porcos são superiores às crianças de 3 anos de idade, bem como para cães e gatos.

A ONG PETA (sigla em inglês para Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) tem uma seção no site intitulado "As Vidas Ocultas dos Porcos", que retrata os porcos como animais sociais, brincalhões e protetores, com um vocabulário de mais de 20 diferentes óincs, grunhidos e guinchos.

"Os porcos são conhecidos por sonhar, reconhecer seus próprios nomes, aprender truques como sentar para um divertimento e levar vidas sociais de uma complexidade anteriormente observada apenas em primatas", diz o site. "Assim como seres humanos, os porcos gostam de ouvir música, brincar com bolas de futebol e receber massagens".

O site relata notícias de porcos salvando a vida de seres humanos ameaçados e pulando de caminhões com destino ao matadouro, para se salvarem.

Bob Martin, um especialista em sistemas de alimentos na Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, disse que desenvolveu uma apreciação da complexidade emocional dos porcos enquanto trabalhava recentemente como diretor-executivo na Pew Commission on Industrial Farm Animal Production.

"Porcos em celas de gestação mostram muitos sinais de depressão", disse ele. "Quando fui para uma operação de fazenda em Iowa, onde os porcos não foram confinados, eles vieram correndo para cumprimentar o fazendeiro como se fossem cães. Eles queriam interagir com ele."

Bernard Rollin, professor de filosofia e ciência animal na Universidade Estadual de Colorado, disse que espera que um número crescente de quem come carne se junte àqueles que exigem mudanças na forma como os suínos são alojados em muitas instalações de grande porte.

"Você tem que ter uma cegueira ideológica para pensar que esses animais não são inteligentes", disse Rollin. "Espero que a gente volte para uma agricultura que invista mais nas necessidades biológicas e psicológicas da natureza dos animais em vez de trabalhar contra eles."

"O problema é que estamos acostumados a vê-los como rebanhos", disse ele. "Você vê mil vacas ou porcos e pensa, 'Oh, eles são todos iguais." Na verdade, porém, existem grandes diferenças individuais. "

De acordo com a Farm Sanctuary, as vacas se animam com desafios intelectuais, as galinhas podem decifrar labirintos e antecipar o futuro, as ovelhas podem se lembrar dos rostos de dezenas de seres humanos individuais e de outras ovelhas por mais de dois anos.

Existem pesquisas sugerindo que campanhas como o “The Someone Project” podem progredir influenciando os consumidores.

Um estudo recente, que examinou dúvidas que as pessoas têm sobre comer carne, os psicólogos da Universidade de British Columbia, Matthew Ruby e Steven Heine, concluíram que o nível de inteligência do animal era a principal preocupação.

Outro estudo recente realizado por pesquisadores de universidades da Austrália e Grã-Bretanha concluiu que muitos que comem carne experimentam um conflito moral se lembram-se da inteligência dos animais que estão consumindo.

"Embora a maioria das pessoas não se importem em comer carne, eles não gostam de pensar de animais que estão comendo como tendo mentes inteligentes", escreveram os pesquisadores em Personality e Social Psychology Bulletin.

Fonte: Último Segundo - IG

sábado, 5 de janeiro de 2013

Sete bilhões de carnívoros. E agora?


Não é um discurso para convertê-lo ao vegetarianismo... É uma constatação grave!
A população mundial cresce, há previsões de que daqui há 10 anos o mundo sofrerá com a fome, e nenhuma medida preventiva é tomada!
Vale refletir sobre!

Compartilhado da amiga Denise Figueiredo


Pergunte-se: Quantos animais devem ser abatidos para alimentar 7 bilhões de pessoas? Quantos animais devem ser criados para suprir esta demanda? Quais os efeitos no meio ambiente e consequentemente no planeta na criação de tantos animais para consumo?



"Sete bilhões de carnívoros. E agora?

Chegamos a sete mil milhões de almas num Planeta cheio de contrastes. Avançamos em tecnologia somente imaginável em filmes de ficção científica há poucos anos e ao mesmo tempo não conseguimos alimentar o mundo. 

A discussão em torno da questão de aumento contínuo da população mundial é se teremos como alimentar tantas bocas? Afinal, temos somente 16% de área útil biológica para uso da espécie humana, que também necessita dividir com outras espécies este espaço, se quiser manter o equilíbrio natural que permite a vida na Terra. Apesar de que esta máxima nem sempre ser compreendida pela grande maioria dos sete bilhões!

Em 2010, o relatório sobre a fome da FAO, demonstrou que 925 milhões de pessoas no mundo são subnutridas, sendo que em geral, são as mulheres e as crianças que mais sofrem de fome crônica. Em fato, mais de um terço da mortalidade infantil no mundo está relacionado à nutrição inadequada. O “Estado do Mundo de 2010”, publicado pelo WorldWatch Institute, revela que são os altos preços dos alimentos e a baixa renda que colocam famílias pobres em maior risco de não conseguir receber alimentação adequada para gestantes, bebês e crianças. 

Em contraste ainda maior, um estudo da OCDE alerta para o crescente fenômeno do excesso de peso entre as crianças de países ricos. Nos Estados Unidos e na Escócia esse problema é mais grave – atinge 35% da população entre 6 e 17 anos e 12 e 15 anos, respectivamente. No Brasil, este índice pode alcançar 25% das crianças entre 7 e 10 que estão acima do peso ideal. Em relação aos adultos, o relatório aponta para mais de 50% acima do peso nos países ricos.

Outra preocupação em relação a alimentação mundial diz respeito ao consumo da carne bovina, apontada como responsável por quase 20% do total das emissões de gases de efeito estufa, principalmente, na forma de metano. Se considerarmos que pode haver um aumento de 40% em cima dos sete bilhões até 2050, especialistas recomendam que haja uma redução significativa das emissões ligadas ao gado, devendo baixar o consumo até 90 gramas ao dia por pessoa. Atualmente temos diferenças de consumo que podem chegar a 200 g por pessoa em países ricos e 20 g em países pobres!

Sem falar que se necessita de 20.000 a 30.000 litros de água para produzir um 1Kg de um filé mal passado, sendo que mais de 90% a soja cultivada no mundo serve para alimentar animais. Isto é que podemos chamar do “efeito cascata da degradação ambiental”. Mais gado, mais pastagens, mais soja, mais uso de agrotóxico, mais contaminação do solo e do lençol freático, menos água para humanos, menos solo produtivo, menos florestas, menos vida!

Agora tente convencer americanos viciados em hambúrgueres, brasileiros viciados em churrasco sobre isto e grande parte dos chineses que pela primeira vez estão tendo poder aquisitivo, há reduzir o consumo de sua carne de cada dia!

Não se pede que as pessoas abandonem sua dieta carnívora, introduzida na humanidade desde os tempos das cavernas. O que se pede é a redução, a substituição da carne por outro alimento, ao menos duas vezes por semana! Nos Estados Unidos, há um movimento chamado Weekend Vegetarian, convidando as pessoas comer carne somente nos finais de semana. Outro movimento internacional que está ganhando força é o Segunda sem Carne! Que tal usar o bom senso? Os sinais estão aí. Ou fazemos algo, ou não vamos precisar de churrasqueiras para assar aquela picanha ou maminha, o efeito estufa vai fazer este serviço!"

Prof. Eloy F. Casagrande Jr., PhD

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Motivos para não comer carne:


Carne e Obesidade

Segundo uma pesquisa da Unicamp, reportada pela Agência Estado, um tipo de gordura encontrada principalmente em carnes vermelhas pode ser uma das causas da obesidade.

Segundo o pesquisador Lício Velloso, o estudo pode explicar a dificuldade do obeso em controlar a fome ou perder peso.
Os experimentos realizados em camundongos mostraram que as moléculas da gordura acionam uma inflamação no cérebro que resulta na destruição dos neurônios que controlam o apetite e a queima de calorias.

mais informações
http://blogs.abril.com.br/dieta-nunca-mais/2009/02/gordura-presente-na-carne-vermelha-pode-causar-obesidade.html



CARNE E CÂNCER

Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil.

A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.

Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.


CARNE E PROBLEMA CARDIOVASCULAR

Um estudo divulgado hoje no "Jama" (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares.

A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.

Mais informações
http://www.entrebairros.com.br/v1/index.php?option=com_content&task=view&id=2055&Itemid=62


CARNE E DIABETES


Comer muita carne vermelha pode aumentar o risco de diabetes. Essa é a conclusão de um estudo conduzido pelo Brigham and Women’s Hospital, de Boston, que acompanhou mais de 37 mil mulheres durante quase 9 anos.

Leia mais:
http://projetoinovador.spaceblog.com.br/97639/Carne-vermelha-aumenta-propensao-para-diabetes/


CARNE E PERDA DA VISÃO


De acordo com estudo do Royal Victorian Eye and Ear Hospital divulgado hoje, pessoas que comem carne vermelha mais de 5 vezes por semana podem sofrer um aumento da degeneração macular que leva à perda parcial da visão.

Mais informações:
http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/comer-muita-carne-vermelha-eleva-risco-problema-visao-428996.shtml


CARNE E ARTRITE


consumo diário de carne vermelha pode duplicar o risco de se sofrer de artrite reumatóide, segundo um estudo feito por investigadores da Universidade de Manchester.

O ferro ou o colagéneo existentes nas carnes de vaca e de borrego podem estar na base de problemas de reumatismo surgidos com maior frequência em pessoas que consomem com muita frequência aquele tipo de alimento.

Um estudo em 25 mil indivíduos observados ao longo de vários anos indicou uma duplicação dos casos de artrite reumatóide entre os que tinham nos seus hábitos um maior consumo de carne vermelha, por comparação com aqueles que a incluiam na dieta apenas duas vezes por semana.

Mais informações
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=470984



Ps: Fala-se muito em não comer carne vermelha, mas por favor: não se acabem devorando aves e peixes, tá? Na verdade, não existe carne vermelha ou branca: é tudo carne! É tudo cadáver de animais! Se formos levar em conta a cor da carne, a do porco é branca...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Paul McCartney lança "Segunda Sem Carne" na Grã-Bretanha


LONDRES (Reuters) - O ex-Beatle Paul McCartney lançou na Grã-Bretanha a campanha "Segunda-Feira Sem Carne" ("Meat Free Monday"), numa tentativa de ajudar a combater as mudanças climáticas.

McCartney, suas filhas Stella e Mary e celebridades convidadas, incluindo Yoko Ono, percorreram um tapete verde no parque St. James, em Londres, em apoio à campanha que pede às pessoas que deixem de comer carne um dia por semana.A campanha já foi lançada nos Estados Unidos e Austrália.
Relatórios da ONU revelam que a criação de animais de corte é responsável por cerca de 18 por cento das emissões mundiais de gases estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta -- mais que a indústria global de transportes.
A redução do consumo de carne bovina, suína e de aves é frequentemente proposta como maneira de diminuir as emissões de gases.
"Muitos de nós nos sentimos impotentes diante dos desafios ambientais, e pode ser difícil avaliar todos os conselhos que recebemos sobre como fazer uma contribuição significativa para um mundo mais limpo, mais sustentável e mais saudável", disse McCartney no site oficial da campanha na Internet.
"Designar um dia da semana no qual se deixa de consumir carne é uma mudança significativa que todos podem adotar e que vai ao cerne de várias questões importantes, políticas, ambientais e éticas, todas ao mesmo tempo", disse McCartney no site www.supportmfm.org.
"Por exemplo, isso não apenas ajuda a combater a poluição, como também a promover a saúde melhor, o tratamento ético dos animais, o combate à fome mundial e a promoção do ativismo comunitário e político."
A mulher de McCartney, Linda, que morreu em 1998, foi defensora ativa do vegetarianismo e dos direitos dos animais. Ainda é vendida uma linha de refeições sem carne que tem seu nome
Visit Greenpeace.org to help prevent environmental destruction.