
Entre 135 criminosos, incluindo ladrões e estupradores, 118 admitiram que quando eram crianças queimaram, enforcaram ou esfaquearam animais domésticos." - Ogonyok (1979 - Soviet anti-cruelty magazine) "Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor." - Pythagoras
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Centelhas de Luz - Destaque pra vocês!
sábado, 11 de setembro de 2010
Senado aprova PNRS: lixo, agora, é problema de todos

Sacolas Plásticas - Use com moderação

terça-feira, 31 de agosto de 2010
Sacolinha de plástico do Supermercado? Ainda?!
Você ainda curte pegar sacolinhas de supermercado só com a desculpa de colocá-las na lixeira? Então ai vai a dica da Martha Maria Lopes Pontes enviada pela Monique do blogMIMIRABOLANTES. Ela diz que ao invés de ficar enchendo um monte de pequenos saquinhos ao longo da semana é muito mais fácil encher uma única lixeira na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-a por alguns dias com os pequenos lixos da casa. Mas e como fazer esse pequeno lixinho, “desse jeito não vai fazer diferença!” você deve estar falando. Bem, aí que vai a parte legal, que tal usar saquinhos de JORNAL!? Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos.
A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja passo a passo:
1. Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.
3. Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.
4. Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
5. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
6. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
7. Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
8. Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
9. É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
10. Que tal?
Parece complicado vendo essas imagens e lendo as instruções, mas garanto, depois de dois tentativas você pega o jeito… Daí é só curtir a responsabilidade de ter impedido mais um saquinho de plástico de ter terminado em lixões.
Fonte: CANAL AZUL
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Lixo encontrado no RS é embarcado de volta para a Alemanha
Instituto suspeita que lixo tenha sido coletado na República Tcheca.

O contêiner de lixo doméstico encontrado no início de agosto no Porto de Rio Grande (RS) foi embarcado de volta para o porto de Hamburgo, na Alemanha, de onde teria vindo, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a carga de 22 toneladas foi embarcada no sábado (21). O lixo foi encontrado no porto brasileiro em 3 de agosto.
Entre os materiais encontrados no contêiner, ainda segundo o instituto, havia embalagens de produtos de limpeza, fraldas descartáveis e resíduos contaminados. Segundo o Ibama, só é permitida a importação de resíduos de origem industrial, sem matéria orgânica, para evitar contaminação.
Borracha de pneu velho vira piso ecológico
Veja esta importante matéria aqui.
Fonte Original: TV Cultura – Repórter Eco
FONTE: Revista Meio Ambiente
Governo do Rio lança serviço de coleta de pneus usados
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Rio de Janeiro – A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro lançou ontem (14) o serviço Disque-Pneu, para incentivar a coleta de pneus usados que são queimados ou abandonados a céu aberto, o que polui o meio ambiente e contribui para o acúmulo de lixo nos rios, servindo, inclusive, como criadouros para o mosquito da dengue.
Minc informou que, depois de reciclados, os pneus serão usados no asfalto-borracha que vai pavimentar 90 quilômetros do Arco Rodoviário Metropolitano (em fase de projeto); para abastecer fornos das indústrias de cimento do estado; na contenção de encostas; e na fabricação artefatos de borracha. “Em vez de ser queimado na Baixada Fluminense, de poluir o meio ambiente e servir como piscina para o mosquito da dengue, o pneu usado servirá para muita coisa boa. O importante é transformar poluição em desenvolvimento e geração de renda”.
Na avaliação dele, com o Disque-Pneus e a adesão de mais empresas à iniciativa, será possível ampliar a coleta, que até agora era feita somente com um caminhão.
Por: Adriana Brendler em 14/11/2007
Defensores da reciclagem de eletrônicos querem leis unificadas
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São 2 milhões de toneladas de aparelhos usados todos os anos e a regulamentação sobre reciclagem é estadual
Julayna Smith tem um problema. Ao longo dos anos, acumulou oito celulares para tentar se manter em dia com os modelos mais atualizados. Seu namorado também formou uma pequena pilha pessoal de BlackBerries.
"Não faço ideia de quem devo procurar para reciclar um celular. Nem sei por onde começar," disse.
Smith, 22 anos, de Duluth, Minnesota, não está sozinha.
Estados, cidades e grupos de defesa do consumidor norte-americanos estão cada vez mais em busca de uma solução federal para o problema de como eliminar mais de 2 milhões de toneladas de aparelhos eletrônicos usados a cada ano.
Centenas de milhares deles são produzidos anualmente a fim de atender a demanda pelos mais recentes celulares inteligentes, laptops ou televisores.
As residências norte-americanas, em média, contêm 25 produtos eletrônicos, de acordo com a Consumer Electronics Association. Mas sua reciclagem é regulamentada principalmente pelos governos estaduais e locais, e as regras podem mudar de um lugar para o outro, o que causa confusão tanto para os consumidores quanto para qualquer empresa que fabrique e venda produtos eletrônicos.
Ao reciclar, Smith e pessoas como ela poderiam ajudar a recuperar valiosos recursos, como ouro e platina de uso comum em muitos eletrônicos, e ajudariam a eliminar de maneira apropriada metais tóxicos, como o chumbo e o mercúrio, que também são usados em eletrônicos e podem contaminar o solo caso descartados de maneira imprópria.
"Os Estados estão desenvolvendo seus requerimentos próprios para reciclagem de eletrônicos porque nada foi implementado em nível federal," diz Ken Reisinger, que supervisiona a gestão de resíduos, ar e radiação no departamento de proteção ambiental da Pensilvânia.
A Pensilvânia é um dos 27 Estados norte-americanos que no momento não têm legislação para a reciclagem de eletrônicos, embora possa em breve deixar esse grupo caso aprove um projeto de lei exigindo que os fabricantes paguem uma taxa anual e estabeleçam postos de coleta gratuita.










