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Centelhas de Luz - Destaque pra vocês!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Veterinário britânico anda pelo mundo a cuidar gratuitamente de animais




No dia-a-dia, a maioria dos médicos veterinários corre apenas o risco de ser mordido por um cão ou arranhado por um gato, mas Luke Gamble vê muitas vezes a sua vida em perigo. Este veterinário britânico, de 33 anos, corre o mundo a prestar cuidados médicos gratuitos às mais diversas espécies de animais, de acordo com o jornal The Sun.

Luke Gamble explorava uma clínica veterinária com a mulher, Cordelia (32 anos), em Cranbone, Dorset, Inglaterra, mas há sete anos decidiu mudar de vida, quando conheceu a Worldwide Veterinary Service (qualquer coisa como Serviço Veterinário Mundial), que presta aconselhamento a várias organizações não governamentais (ONG) que trabalham na área do bem-estar animal e presta serviços médicos gratuitos, incluindo o fornecimento de medicamentos.

Só no ano passado, Luke Gamble conseguiu organizar 22 equipas de voluntários de 220 ONG, para uma campanha de angariação de medicamentos. O doente mais incomum que Luke Gamble consultou até hoje foi uma preguiça órfã, na Costa Rica. “Normalmente, a mãe ensina a cria a fazer as necessidades, por meio de mímica, mas quando a cria é órfã, não tem como aprender isso. Tive que imitar a mímica das preguiças para a cria aprender”, contou ao jornal.

Luke já viveu situações de verdadeiro risco para a sua vida, como aconteceu no Uganda, onde se encontrava a ajudar na reabilitação de bebés rinocerontes. “Quando dei por mim, tinha um helicóptero a sobrevoar a zona, o que assustou dois rinocerontes adultos, que começaram a perseguir-me. Felizmente, lembrei-me que os rinocerontes têm uma péssima visão. Por isso, escondi-me atrás de uns arbustos e eles passaram por mim, sem me verem”, recordou.

O maior desafio que enfrentou até hoje foi o de implantar próteses em dois elefantes, um adulto e um filhote, que tinha perdido uma das patas, devido à explosão de minas terrestres. Um trabalho que requereu, “muita cautela”.

FONTE: Os Bichos

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